Seja o motivo pelo qual o processo judicial é movido, seja o decorrer do caso ou a sentença inusitada, existem diversos registros de situações curiosas envolvendo julgamentos.

Então, apresentamos agora uma lista com 5 dos processos judiciais mais bizarros que já foram protocolados em tribunais. Confira:

1 - Os garotos que se queimaram ao invadir uma propriedade

Jeffrey Kline e Brett Birdwell acabaram se queimando após tocar um fio desencapado quando estavam invadindo uma propriedade privada de estrada de ferro. Acredite ou não, os dois moveram uma ação contra a empresa dona do imóvel e receberam uma quantia conjunta de mais de US$ 24 milhões (cerca de R$ 90 milhões) como indenização. A alegação foi de que faltavam avisos ao público sobre a existência dos cabos e o risco de choque no local.

2 - A rádio que prometeu um carro... de brinquedo!

A americana Cathy McGowan respondeu corretamente a uma pergunta efetuada pela estação de rádio Buxton durante a programação. O prêmio anunciado era um carro do modelo Renault Clio e a mulher foi até a sede da emissora para buscá-lo. No entanto, ao chegar lá, Cathy recebeu apenas um carrinho de brinquedo e ficou tão contrariada que resolveu processar a rádio. Como resultado, a mulher recebeu US$ 28 mil (cerca de R$ 106 mil) de indenização.

3 - Que tal processar Deus?

Depois de 20 anos de reclusão por assassinato, o prisioneiro romano Pavel M. resolveu processar Deus por falhar em não deixar o diabo conduzir seus atos.

4 - Cafés não seguros no McDonald’s

Ao comprar um café no drive-thru de uma loja do McDonald’s, uma mulher da cidade de Albuquerque, nos EUA, estava aguardando para colocar creme e açúcar na bebida. Assim, ela colocou o copo entre os joelhos e acabou pressionando de forma que o líquido transbordou e molhou todo o seu colo. A mulher então processou a lanchonete com o argumento de que o café servido era muito quente para ser considerado seguro.

5 - Culpa dos video games

Familiares de algumas vítimas do massacre na escola Columbine, ocorrido em 1999, processaram 25 produtores de jogos de video game em 2001. O argumento era que, se não fosse pela criação dessas pessoas, a chacina nunca teria acontecido. No final, os movedores da ação foram obrigados a arcar com todos os gastos legais que os fabricantes de jogos tiveram durante o processo.

Adaptado de List 25

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